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História
 
 


A carioca Fabiana Alvim de Oliveira começou a jogar vôlei aos 13 anos em uma escolinha de vôlei em Irajá, bairro do Rio de Janeiro. Um ano depois, já estava na equipe mirim do Flamengo, atuando na função de atacante. Mas como é baixinha, com 1,69 m, acabou se especializando em defesa. Assim, não foi difícil abraçar a posição de líbero, criada em 1998.

No mesmo ano, Fabi participou de uma Superliga pela primeira vez, defendendo o Macaé. Em 2000, sob orientação da técnica Izabel, voltou para o Flamengo. Na temporada seguinte vestiu as cores do rival Vasco e se sagrou vice-campeã da Superliga.

Após uma passagem pelo Campos, Fabi é contratada pelo Rexona-Ades em junho de 2005, onde permanece até hoje, tendo conquistado três campeonatos cariocas, dois Salonpas Cup, três Superligas e uma Copa Brasil.

O bom desempenho no campeonato nacional deu a Fabi a primeira chance na seleção, na época comandada por Marco Aurélio Motta. A atleta sobreviveu à crise que dizimou a equipe e foi ao Mundial de 2002, na Alemanha. O Brasil terminou o campeonato em sétimo lugar, mas Fabi foi eleita a segunda melhor defensora e receptora do torneio.

Com a queda de Motta e a ascensão de José Roberto Guimarães ao comando técnico da seleção brasileira, Fabi perdeu espaço na equipe. Ela voltou a ser convocada em 2005, disputando posição com a veterana Arlene.

Fabi se firmou na seleção no final de 2006, quando então foi convocada para jogar no Mundial no Japão. A atleta, chamada de Fabizinha pelas amigas da seleção, teve um bom desempenho, sendo uma das responsáveis pela conquista da medalha de prata pelo Brasil.

Em 2007, já titular absoluta, Fabizinha ajudou nossa seleção a conquistar a medalha de prata nos Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro e na Copa do Mundo de Vôlei do Japão.

 
E em 2008, sagrada como melhor líbero do mundo, nossa baixinha traz pra casa o heptacampeonato do Grand Prix e a tão sonhada medalha de ouro conquistada nos Jogos Olímpicos de Pequim.

 

CRÉDITOS:  UOL ESPORTES
Foto: MELHOR DO VÔLEI