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ENTREVISTA: 


Tati Rocha, a "Discípula"



Ela é carioca da gema mas criada em Belo Horizonte. Joga na posição de líbero e segue todos os passos de sua mestre Fabí. Conheça um pouco mais dessa discípula da melhor do mundo.

 Qual seu nome completo?

Tatiane Rocha.

 

E sua idade?

20 anos.

 

Atualmente você mora onde?

 Belo Horizonte/MG.


Você torce para o Rexona há quanto tempo?

Há uns cinco anos mais ou menos.

 

E é fã da Fabí desde que começou a torcer para o Rexona?

 Não, eu já gostava dela antes por conta da seleção. Aí comecei a torcer para o Rexona quando ela entrou.

 

O que te chamou atenção primeiro na Fabí-atleta?

A garra, a determinação e a força dela em vencer os obstáculos.

 

Quando a conheceu pessoalmente?

Foi em 2006, pouco antes do Rexona ser tri-campeão da Superliga.

 

Conte pra gente como foi.

 Foi maraaaaa. Quando a vi pessoalmente não acreditei. Chamei-a e disse "Fabí, posso tirar uma foto com você?", eu tava toda tremendo.  Aí ela veio e tirou a foto, quase morri depois.


 

E na Fabí como pessoa, o que mais você admira?

A humildade, principalmente.

 

De 2006 para cá quantas vezes você teve oportunidade de encontrá-la pessoalmente nos jogos?

Umas quatro ou cinco vezes.

 

E de todas essas vezes, qual mais te marcou?

Todas foram maravilhosas, mas na liga passada tive oportunidade de conversar com ela sobre ser líbero.  Conversamos e ela me deu uns toques.

 

Você joga vôlei então?

Sim.

 

Na posição de líbero?

Sim.

 

Ela foi sua inspiração pra jogar nessa posição?

Claro, me inspiro nela a cada defesa, a cada passe.

 

E você pretende seguir em frente, jogar profissionalmente?

Às vezes penso que sim, mas às vezes penso em parar para estudar.



Você pretende fazer faculdade de que?

 Fisioterapia.

 

Pode integrar a comissão técnica do Rexona um dia... rs

Claro! Meu sonho...

 

Pra você, qual a importância de ser líbero?

Nossa, pra mim, depois da levantadora, é a posição mais complicada.  Meu treinador diz todos os dias que o líbero é a peça mais importante de um jogo de vôlei porque na maioria das vezes ele é o responsável pelas jogadas mais bonitas da partida, fazendo o mais difícil, que é a defesa.

 

Você disse que a Fabí te deu uns toques sobre ser líbero, o que ela te aconselhou?

Ela disse sobre como se posicionar direitinho para defender aquela pancada na paralela. E me disse o quanto o líbero é importante e o quanto é importante ter sintonia com a levantadora.

 

E o que mais?

E terminou assim: "Para se tornar uma grande atleta, tem que querer, pois só alcança o que quer aquele que corre atrás dos seus objetivos." Eu amei, pra mim foi tudo!

 

Sem dúvida, como toda guerreira, Fabí sempre lutou e chegou onde está hoje porque nunca desistiu.

Pra finalizar, deixe seu recado pra ela!

           Fabizita, minha grande inspiração! Eu sempre estarei torcendo por você e admirando você, seja nas quadras ou na vida, pois sua humildade me conquistou. Te desejo todo sucesso do mundo e que você continue arrasando como sempre. Mesmo longe, sempre estarei torcendo para o Rexona e para você. Te guardo no coração!


 

Muito obrigada pela sua participação, Tati, e por compartilhar conosco um pouquinho da sua história e um pouquinho também da história da melhor líbero do mundo. Valeu, fique com Deus!!!

 


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